Carrapato bovino: o prejuízo que custa milhões ao pecuatista.

O carrapato do boi não é apenas um problema de desconforto animal. Ele gera perda de desempenho, aumenta custo de manejo e ainda atua como vetor da tristeza parasitária bovina, doença associada a mortalidade e grandes prejuízos.

Uma publicação técnica da Embrapa estima prejuízos na ordem de 3,2 bilhões de dólares por ano no Brasil associados aos carrapatos. Em paralelo, reportagens do setor reforçam estimativas próximas, apontando bilhões em perdas anuais e destacando o risco sanitário quando há surtos de TPB.

Onde o dinheiro escapa?

  • 1. Perda de ganho de peso: animal infestado reduz desempenho e eficiência.
  • 2. Custo de controle: aplicações frequentes elevam gasto e aumentam risco de resistência.
  • 3. Mortalidade em surtos: quando TPB entra no sistema, o prejuízo pode ser imediato.

Por que o controle falha com frequência?

Porque muitas fazendas tratam o carrapato como evento pontual, não como indicador de sistema. Sem registro de ocorrências, calendário, categorias mais afetadas e resultados de protocolo, vira repetição de tentativa e erro.

A literatura técnica e a prática de campo apontam para manejo integrado: monitoramento, escolha correta de estratégia por categoria, rotação consciente de princípios ativos quando usados e registro para avaliar resultado, especialmente em rebanhos com maior sensibilidade.

O Controle de Gado permite registrar sanidade por animal e por lote, histórico de tratamentos e relatórios, facilitando acompanhamento e correção de protocolo. Com dado organizado, o controle sanitário deixa de ser reação e vira gestão. Experimente o CG por 07 dias grátis no clique abaixo!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *