
A integração lavoura-pecuária (ILP) não é mais uma aposta futura: ela já é uma das estratégias mais eficientes para aumentar produtividade, melhorar a saúde do solo e reduzir custos dentro da fazenda. Grandes centros de pesquisa, como a Embrapa, mostram que propriedades que adotam ILP alcançam ganhos de até 30% na lotação animal e produzem grãos e carne na mesma área, quebrando a lógica de que o produtor precisa escolher entre uma atividade ou outra.
A lógica é simples: enquanto a lavoura melhora o solo e aumenta a oferta de forragem, a pecuária aproveita esse pasto de alta qualidade para elevar o ganho de peso por hectare. A rotação entre culturas e pastagens também reduz naturalmente pragas e doenças, diminui a necessidade de insumos e melhora a ciclagem de nutrientes. É um sistema mais sustentável, produtivo e competitivo.
Outro ponto importante é a regularidade na produção de pasto ao longo do ano. Com planejamento, o pecuarista deixa de depender apenas do pasto nativo e passa a produzir alimento com maior previsibilidade. Isso reduz a estacionalidade e melhora o desempenho do rebanho mesmo nas épocas mais secas.
Mas a ILP exige controle. Sem monitoramento de solo, taxa de lotação, desempenho dos animais e custos operacionais, o sistema perde eficiência. É aqui que entra a gestão digital: acompanhar indicadores de fertilidade, ganho médio diário, produtividade por hectare e retorno financeiro é o que garante que o sistema realmente entregue lucro.
O Controle de Gado facilita esse processo com ferramentas que registram peso, lotação, manejo diário, suplementação, custos e desempenho individual e por lote. Dessa forma, o pecuarista ganha controle real do sistema, identifica gargalos e toma decisões embasadas em dados — não em suposições.
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